Final de copa sempre algum time tem q ganhar (rsrsrs é claro e óbvio) e esse ano de 2010 foi a ESPANHA.
Pois bem minha mana veio com as crianças aki pra casa e fez com meu amor akele mocotó carregado, eu cm sempre fikei com a sobremesa vou postar as fotinhas desse domingo, eu fiz um "PAVÊ MOUSSE DE MARACUJÁ" q até eu mesma me surpreendi kkkk...Boa semana a todos!!!
Minha pankekinha cada dia mas linda
Minha pankekinha c/ a priminha
Pankekinha c/ os priminhos, vovó Rita, eu c/ minha mana
Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar. Mas é importante não parar.
Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.
Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena. Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.
Continue andando e fazendo.
O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.
A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.
Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.
Então continue andando e fazendo.
Não desperdice a base que você já construiu.
Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante. Pode não ser muito, mas vai mantê-lo no jogo.
Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado.
Mas seja lá o que for, continue sempre.
Meninas estou tão feliz minha pankekinha está cada dia mas me surpriendendo vejo acontecer coisas novas, ela já fica cantarolando quando coloco musikinhas pra ela ouvir, e quando o pai canta então nooooooooosa ela presta a maior atenção ela é gamada no pai só de ouvir a voz dele fica proucurando pra saber onde é que ele está.
É incrível, quando ela termina de mamar olha pra mim e abre akele sorrisão é de derreter qualquer coração de mãe. Vou tentar filmar ela já querendo conversar aí posto pra vcs, meus dias tem sido tranquilos apesar dos dias anteriores em que ela estava gripada mas agora só com leves tosse que está sendo combatida com um xaropinho natural q a pediatra passou e um remedinho pro nariz.
Ela tem dormido super bem as vezes quando mama 1/2 noite só acorda às 5 da matina, ñ me sinto cansada consigo fazer meus afazeres domésticos e até durmo as vezes a tardinha com ela. Já coloco ela sentadinha no carrinho de frente pra tv cm ela adora o Edu Guedes (rsrsrs) já sabe o que é bom.
Ele chegou ao mundo ontem, nada sabe de si, de quem é, de onde está e de quem realmente são as pessoas à sua volta. Tem emoções e reconhece vozes e sons. Mas não pode enxergar direito, muito menos pensar no que está vivendo. Ele é simplesmente é: é a fome que contrai seu estômago, é o desconforto da fralda cheia de xixi ou coco, é o incômodo do frio ou do calor, é a irritação que sons repentinos e altos ou luz intensa e direta provocam. Ele é o vazio da ausência do corpo a corpo, daquele estar grudadinho, quentinho, aconchegado etotalmente seguro – única realidade sólida que ele conhece. Seus pais estão eufóricos ou cansados, supresos ou exaustos. Familiares vêm e vão. Ilustres desconhecidos para o bebê. Geralmente muito barulhentos também. Ele se vê mergulhado em uma avalanche de estímulos sensoriais; gente pegando-o no colo, com suas roupas suadas, cheirosas, malcheirosas, ásperas, macias, lisas, grossas...; ouve sons altos, vozes e risos; vê sombras se mexendo rapidamente... Ele pode estar com sono, com sede, com fome, e não saberia dizer. Não poderia avisar ninguém pois sequer sabe o que tem. Só pode chorar e esperar que alguém decodifique seu choro até para si mesmo. Coisa que toda mãe aprende, após um tempo. Torcemos para que esse tempo seja o mais curto possível. A nova vida que este ser pequenino representa e é há de ser cuidada e olhada a partir do coração. Com um recém-nascido deveríamos despir nossas roupas convencionais, esquecer as modas e a etiqueta, e colocarmo-nos de alma nua em relação com outra alma nua que acabou de descer sobre este planeta. Antes de maqueá-lo com roupinhas e interpretações, antes de decidir quem ele vai ser, qual suapersonalidade é, antes de associá-lo à mãe ou ao pai, à tia ou ao avô, deveríamos permitir-lhe a liberdade de simplesmente SER. Encararmos junto a ele o mistério de sua identidade e aprendermos a olhar o mundo pelo seus olhos maravilhados e sobressaltados. Mas para isso, precisamos despirmo-nos: das nossas couraças, das nossas próprias poses e crenças, interpretações do mundo e vícios de visão.
Este é o maior e melhor presente que possamos dar aos novos recém-chegados: dar-lhes a chance de descobrir-se e descobrir o mundo à sua volta sem formatação prévia. Permitir que olhem a realidade por seu próprio ângulo. Somente desta forma, eles poderão desenvolver-se como seres únicos e não réplicas demãmãe ou papai, do titio ou do amiguinho. Pois, não basta nascer, é preciso depois tercondições para florescer. Como então se recebe um serzinho amado mas desconhecido que entra neste mundo de repente? De braços abertos e com o coração disponível. A simbólica dos braços é particularmente significativa. Assumir algo na linguagem metafórica é representado pela imagem de pegar nos braços. Carregamos em nossos braços aquiloque passa a estar sob nossa responsabilidade e que amamos. Os braços levam ao colo eao coração. Sobre o peito, a batida do coração lembra ao bebê o mundo conhecido, devolvendo-lhe a paz. Nosso corpo é seu berço primário, seu principal porto seguro. Somos mamíferos! Esfregar-se, grudar-se, sentir-se, cheirar-se, beijar-se. Um bebê precisa, primeiramente, receber o toque amoroso, o contato pele-a-pele. Nãosó isso provê calor e acolhimento concreto e palpável, como dá fronteiras,limites, contenção. Recorda-lhe à experiência de estar contido no abraço amoroso do útero por meses; continuidade que permite a construção de sua identidade. Não precisamos nós adultos desta contenção quando nos sentimos frágeis e sós? Não é do abraço apertado que nos ampara esegura firme, para que não caiamos e não fraquejemos, que precisamos nos momentos mais delicados? É o ninho dos nossosbraços e o rítmo embalador do nosso coração o primeiro cuidado que damos ao nosso bebê.
Coloquemo-nos de seu ponto de vista. Seu primeiros dias respirando pelos pulmões. Está limpo o ar que ele respira? Prestemos atenção se há poeiras, mofo, ou perfumes. De nada disso ele gosta. Roupas lavadas com sabão de côco, neutro e só. Perfumes são para gente grande. Ele está estreiando sobre este novo planeta. Tudo deve serbem delicado, respeitando seus tempos, sua pequenês, suasnecessidades. Cada bebê é diferente, mas todos precisam ser compreendidos e seus rítmos observados. Como todo filhote, o nosso, também, precisará de longas horas de sono. Permitimo-lhe esse luxo: sono tranqüilo, silencioso e no escuro. O fato dele não reclamar porque há barulhos, luzes néon sob sua cabeça, vozes e músicas altas e parecer estar dormindo, não significa que para ele está tudo bem. Imaginem que estejamos tão mortas de cansaço que mal conseguimos levantar da cama, entretantoouvimos perfeitamente o barulho na rua, o trânsito, as pessoas gritando. Só não temos condições de sair da cama e ir botar ordem (e muitas vezes sequer obteríamos algum resultado!), apesar de nosso sono estar sendo perturbado. Quando finalmente nos levantarmos, não estaremos tão bem dispostas como se tivéssemos dormido sossegadas etranqüilas as horas de sono necessárias. Tentemos, portanto, cuidar do bebê nos colocando em seu ponto de vista. Este exercício irá, com toda probabilidade, levar a questionar a forma como nós pensamos e vivemos, e até como fomos criadas. Podemos começar a nos dar conta daquilo que não tivemos e que faltou. Começaremos a enxergar alguns absurdos que se cometem com bebês sem a menor consciência do que se faz. Este resultado é normal eperfeitamente compatível com o sentido do que estamos vivendo: uma nova vida entrou em nossa casa. Logo, precisamos nos renovar! Desta forma, o simbólico e o material do nascimento se unem harmoniosamente.
No começo a sutileza deve prevalecer. Isto está em extrema oposição ao estilo de vida moderno onde tudo é forte, duro, excessivo, violento, rápido, corrido, suado, agoniado. Como então oportunizar ao bebê seu rítmo? Prestando-lhe atenção. Não tratando-o como uma vaso chinês do IV milênio antes deCristo, ou como nossa nova boneca, muito menos como um “garoto” pronto para entrar na montanha russada existência moderna. Todas essas perspectivas falham em olhar para o bebê como um sujeito. Comete-se o erro de tratá-lo como um objeto, isto é alguém que não tem vontade, sentimentos, emoções, necessidades próprios, afinal alguém sem individualidade. Uma pessoa que é sujeita é encarada com atenção econsideração, com aquele interesse que temos por algo que nos fascina e desperta o nossorespeito. Naturalmente, uma postura assim está embasada no amor. Só podemos abrir os olhos desta forma quando amamos e temos o coração aberto. É importante frisar a questão da abertura. Pois se trata de um ato de disponibilidade ao que der e vier. Ao abrirmo-nos confirmamos, com os fatos e não com as palavras, nossa intenção nadireção da mudança; isto corresponde à abrir o peito para sermos atingidos (afamosa flecha de Cupido) pelo outro, ser único e especial, que está em nossa frente. Juntos formarão um novo núcleo humano, na integração harmônica dos diferentes. Conversas e boas intenções de nada servem se faltam os fatos reais que criam experiências reais.
As crianças, por estarem de alma nua e totalmente sincera, percebem na hora o fingimento, a rigidez, o distanciamento emocional. Esofrem. Choram, têm cólicas, são irritadiças, não conseguem dormir direito, têm medos, acordam o tempo todo, ficam doentes. Um dia, possivelmente, se habituarão a viver assim, e sumarizarão seu desconforto, terão problemas escolares, comportamentais e etc. Se esta for a única forma de sobreviver no ambiente humano no qualnasceram, um dia, elas aprenderão a ser mentirosas, fingidas, preconceituosas... Mas até chegar lá, terão de passar pelo treinamento bruto que começa, para muitas delas, desde o primeiro mês de vida. E desmistifiquemos imediatamente um lugar comum: bebês não fazem manha. Se chorarem, precisam de colo imediato. Se precisarem de colo é porque têm suas boas razões. Se nós não as compreendemos é por causa de nossos limites. Não imputemos a eles nossas falhas de entendimento. A dependência não deve ser temida. Bebêssão dependentes e é para ser assim. E nós somos dependentes deles, pelo amordescomunal
que sentimos! Eles podem dormir conosco ou nós com eles. Podem mamar na cama ou adormecer no peito. Eles podem tudo. Talvez, seja este o único momento na vida humana em que todas as regalias são válidas. E com regalias, entendem-se necessidades prementes e reais, não roupas, cremes e visitas.
Apesar do bebê não falar nossa língua (ainda), sendo humano tem altíssimas chances de aprender bem rápido e a única forma disso acontecer plenamente é conversando com ele. É preciso pressupor que nosso bebê seja inteligente, presente e receptivo. Ser mãe e pai é fazer uma aposta na loteria com um trilhão de chancesde vencer. A aposta é a seguinte: confiar que temos em casa um gênio. Esta fédeve ser mantida pelos próximos 30 anos, pelo menos. Firme e leal, na cara de qualquer adversidade. Trata-se de um ato de fé, não de crença tola. Os erros devem ser apontados e trabalhados, mas não podem sabotar a auto-estima da criança. Este é o segundo cuidado essencial para com seu bebê. Toda vez que ele parecer não entender, duvidede você mesma. Pode ser que seja você quem não estáentendendo, pode estar forçando um rítmo dele, impondo ou acelerando demais; ou, simplesmente, estar com o coração fechado. Ao conversarmos com nosso bebê não é necessário usar diminutivos e um vocabulário limitado. Espraie o universo para ele degustar. Use todas as palavras que conhece não tema cansá-lo, pois ele é um gênio! Invente palavras novas e torçam antigas, brinque com elas e imite as vozes dos animais, crie sons para asemoções e as caretas. Mostre a variedade infinita que o mundo humano oferece em termosde comunicação. Palavras desenvolvem o cérebro. Quanto maior o vocabulário maior as condições de dizer o mundo, logo, maior o mundo e as possibilidades nele contidas. Um vocabulário amplo é o começo indispensável para um bom proveito da escola, estimulam a leitura, a descoberta e a curiosidade em geral.
Cante para seu bebê. Embale-o em sua voz e envolva-o numa dança, para que ele descubra rítmos musicais e movimentos harmônicos. Faça com ele o lhe agradar mais, pois sua felicidade será transmitida e ele fará experiência de emoções positivas que o incentivarão a crescer e se fortalecer. Sua alegria é a deletambém. E aqui entra uma questão muito importante: os cuidados para com a mãe. Uma mãebem disposta é a chave para um filho tranqüilo. Só uma mulher de bem consigo pode criar filhos positivamente centrados. Mais uma responsabilidade sobre nossos ombros. Entretanto, uma essencial, já que filhos são um projeto de vida e não mais um elemento em nossa vida. Para equilibrar esta missão é importante saber pedir ajuda. Isto é,tratarmo-nos com consideração. Respeitando nossos rítmos, mesmoquando não é fácil, é que saberemos respeitar os rítmos alheios.
A qualidade da relação da mulher consegue mesma se manifesta com frequência na hora da mamada. Estendendo a gestação, dar o peito é um ato de amor e doação dos mais elevados. Significa estar aí (no sentido metafórico e concreto) para nosso filho, doar nossa presença, corpo e atenção. É a primeiraforma de relação fora do útero. É encontro e troca. É segurança, reconhecimento, alimento para ocorpo e a alma. É um tempo precioso que não deveria nunca ser perturbado, interrompido ou invadido. A mamada é um espaço e um tempo sagrados para serem escrupulosamente respeitados. Todos os demais cuidados com o bebê, uma vez adquiridos esses pressupostos de base, seguem o bom senso e os hábitos da mãe e do pai. Alguns bebês adoram entrar na água, outros menos. O banho é mais um momento lúdico do que de limpeza. Em lugares quentes pode-se dar mais de um banho por dia, sempre prestando atenção àreação do bebê. Se a gente gostar de água e ele não, é a vontade dele que deveprevalecer. Nunca deixá-lo pegar friagem. É importante que pés e cabeças estejam sempre protegidos de ventos e frio. Evitar roupas sintéticas, o algodão é o melhor tecido, sendo macio e natural. Não aquecer o bebê exageradamente. Coloca-lo de lado na hora do sono com uma manta levemente enrolada nele, sem travesseiros, ursinhos de pelúcias e demais objetos em volta. Deixem que tenha ar para respirar e quetambém possa abrir os olhos e enxergar um pedaço de mundo e não o protetor de berço!
Lembrar-se que a vida tem uma forte tendência para sua continuidade, portanto, segure sua ansiedade quanto ao fato se o bebê respira ou não, se está tudo bem com ele, se vai sobreviver e etc. É ora de ter um pouco de fé e bom senso. Enormes são as chances de que ele veio para ficar. É são e pronto para um grande começo de vida.
Festejemos, então, sem aflição e em serenidade. Cremes
e pomadas nas trocas de fraldas não são sempre necessárias. A boa e simples
água é em geral suficiente. Maizena dá ótimos resultados contra as assaduras.
Quando é preciso de algo mais, optar por creme de calêndula. Massagens diárias a partir do segundo
mês são uma forma gostosa de interação com o bebê e permitem ganhar
familiaridade com seu corpinho, suas preferências e jeito. Ajudam a prevenirem
cólicas e a relaxar em geral. São
divertidas e provêem uma rotina agradável para ambos. Os óleos durante a
massagem são naturaise sem perfumes, geralmente indicados o de amêndoa e o de côco.
Como as flores, os bebês precisam de sol, mas sem excessos. Passeios pelas
manhãs ou tardes, evitando o sol do meio dia, e as horas de trânsito mais
intenso, são partes de uma saudável rotina, desde que breves e em lugares
tranqüilos. Os demais cuidados são realizados a partir desse lugar de bom senso
e fé em seu filho e em você.
O maravilhoso é sacar que, desde o começo, essa relação mãe e filho é uma maravilhosa troca.
Não tenho a menor dúvida de que a maternidade me transformou completamente.
Tem aquela história meio lugar comum, meio chavão, de dizer que ninguém muda depois de adulto, não tem isso?
Pois discordo totalmente.
Filho é definitivo.
É marca na vida daquele tipo "antes e depois".
E isso quer dizer mudança.
Eterna mudança.
Mudança o tempo inteiro.
E mudança, sabemos, é aprendizado...
Que, nesse caso, vem dos filhos, sim.
Ainda bem!
A primeira coisa que aprendi foi a questão do ritmo.
Nosso ritmo não é necessariamente o do nosso filho.
Ponto.
Então, pode baixar a bola.
Principalmente com seu filho bebê: quem manda, é ele.
Você vai se encaixando, construindo sua vida em torno daquele ser ali, que chega poderoso e absoluto.
Depois, com o tempo (e se você souber fazer tudo direitinho), começa a haver certa divisão de poder.
Mas com ele bebê...
Esquece!
Você não vai dormir quando ele dorme, por exemplo.
Aliás, você vai – para todo o sempre – passar a dormir com um olho sempre aberto.
Segunda lição:nunca mais na vida você vai dormir como dormia.
Aliás, como é mesmo esse negócio de dormir?
A questão do ritmo é maior do que essas coisas pontuais, do dia a dia, que pegam óbvios, deixam à gente cansada e tal, mas é só uma parte da história.
A questão do ritmo é a primeira pista para a grande lição: nossos filhos são pessoas inteiras, independentes de nós.
Somos todos diferentes, não adianta vir com a arrogância (mesmo que amorosa) ou a ilusão de que você molda você forma...
Humm, nada disso.
A gente ajuda a construir; educação é isso, claro.
Mas o cara é o cara.
Acredito mesmo que os pais têm mais responsabilidade na hora de estragar uma criança do que méritos nas qualidades do filho.
Estas são dele, ninguém tasca.
Você que saiba valorizá-las!
Finalmente, o que eu mais agradeço: minha filha me ensina a escutar.
Escutar de verdade.
Com a alma, com o coração.
Respeito.
Minha filha me ensina a ser mais delicada.
A ter foco, leveza e estrutura.
Minha filha me ensina diariamente que a vida é linda e uma eterna descoberta, infinita, de possibilidades incríveis.
Minha filha me ensina que viver vale a pena.
E me ensina, acima de tudo, o que é gratidão e amor de verdade.
E não esqueçam que gosto de experimentar as coisas por mim mesmo.
“Por favor, tolerem-me“.
“Sei que talvez seja difícil para vocês atenderem a todos os meus pedidos, mas, por favor, façam o possível porque vocês estarão me ajudando a ser uma pessoa AJUSTADA e FELIZ.”
Hoje como havia dito levei minha bebê na pediatra, a médica examinou ela e disse ser início de bronquiolite.
Fiquei meia assustada, apesar de na minha família ter casos de bronquites e alergias eu mesma sofri muito com bronquite, mas em nome de Jesus eu declaro que toda maldição seja expulsa e que minha filha esteja curada. Ser mãe de 1ª viagem ñ é mole tudo nos assusta, pois é ela passou os remédios "abrilar, predsim e rilan" passou "berotec e atrovent" no caso de cansaço mas isso por enquanto está fora de cogitação são remédios fortíssimos só eu sei e em nome de Jesus ela ñ vai precisar ser medicada com eles, tb pedi uma pomadinha para as assaduras do pescoçinho e ela me deu " amilia, talco líquido".
Cheguei em casa dei um banhozinhona minha pankekinha pois agasalhei ela e depois ela suou muito dei mamazinho pra ela brincamos um pouco almocei e fomos dormir um poukinho, agora estou aki na net pesquisando tudo sobre essa dona bronquiolite. Já ia esquecendo pesamos minha pankekinha ela está com 6.900 kls uiiiiiiiiiiiiiii acha braço (rsrsrs)
Me diz meninas seus pekeninos já tiveram essa dona bronquiolite?
Amanhã vou levar minha pankekinha de novo na pediatra pois ela está muito catarrada e já que ñ sabe colocar pra fora tá ficando difícil pra parar a tosse estou fazendo a nebulização 4 x ao dia e dando cloridrato de ambroxol, mas ñ custa nada retornar c/ ela lá.
É ruim d+ ver ela c/ tosse piora à noite, na noite passada eram 3 da madrugada e lá estava eu fazendo nebulização nela. As vezes ela até se engasga, graças a Deus que ela está se alimentando normalmente e ñ está vomitando e ñ teve febre. Preciso dizer:Voltei c/ a minha pankekinha pra minha cama ela conseguiu dormir umas 3 noites no berço, + toda hora eu tinha de levantar pra colocar a chupetinha caia da bokinha dela ela ficava nervosa aí ñ aguentei. Deixa ela pegar + tempo q dou um jeitinho de retornar ela pro berço mas por inquanto ela fica do meu ladinho (kkk estou amando) essa manhã acordei e ela estava atravessada na cama olhando pra mim e sorrindo foi uma cena apaixonante.
Outra novidade a Sabrina passou a estranhar as pessoas de umas 3 semanas pra cá... ninguém pode pegá-la no colo a não ser eu, o pai e a vovó (materna), e as vzs só qdo brincam com ela lá vem choro...
Olha o que ela já sabe fazer c/ os seus 3 meses:
Se eu movimentar lentamente um objeto na frente do rosto dela, ela segue de um lado para o outro ela ñ gosta de ficar de bruço. Segura as duas mãosinhas juntas, da risada e gritinhos de alegria, sabe rir de bokinha aberta.
Ao segura-la reto, ela consegue manter firme o pescoço, mexe o corpinho virando de um lado, agarra pequenos objetos com os dedos, observa com interesse pequenos objetos a sua frente, da gritos de alegria, quando eu brinco com ela emitindo sons tentando falar, estica as perninhas tentando se sustentar, conhece a minha voz e a voz do papai.
Se estar incomodada , ao invés do choro emite sons irritada.
Eu brinco segurando as mãozinhas dela balançando ou batendo palminhas , e depois levo as mãozinhas para o rosto dela, faço ela segurar a bonekinha . Ajudo ela descobrir a mão, levo as mãos dela próximo ao rostinho e balanço para despertar os sentidos dos braços e das mãos acariciando o próprio rostinho.
Coloco o móbile ou outro brinquedo sonoro no braço dela, assim ela escuta o ruido e movimenta os braços e presta atenção.
Por hoje é só, amanhã acordarei cedinho... Bjus a todas.
Querida mamãe, Esta noite acordei estranhando o silêncio. Não havia barulho algum e pensei que o mundo tinha até acabado e você esquecido de mim. Coloquei a boca no trombone e você veio. Ainda bem! Fiquei tão feliz no calor do seu peito que acabei pegando no sono antes de mamar tudo o que precisava. Quando percebi que você ia me colocar no berço, chorei de novo, mas não tente negar: você estava com pressa para ir dormir outra vez.
Você me deu de mamar novamente, assim, meio apressadinha e depois resolveu trocar a minha fralda. Estava tudo tão calmo, um silêncio, nós dois juntinhos. Estava legal e eu perdi o sono. Você até que foi compreensiva, mas começou a bocejar e resolveu me fazer dormir. Eu não queria dormir. Talvez eu precisasse de mais dez minutos, meia hora.
Mas você estava mesmo decidida a dormir. Foi ficando bem nervosa e até chamou o papai. Eu não queria o papai e todos fomos ficando muito irritados. No final das contas acordei a casa inteira cinco vezes. De manhã nossa família estava com cara de quem saiu do baile. Acho que estraguei tudo.
Imagina, você chegou a dizer para o papai que eu estou com problema de sono. Eu não! Você é que vem me dar de mamar com pressa e daí eu sinto que você não quer mais ficar comigo. Os adultos tem hora certa para tudo mas eu ainda não entendi essas de relógio e tarefas estafantes que as pessoas grandes precisam fazer. Quando meu corpo está com o seu, quero ficar do seu lado sem me separar nunquinha.
Do alto dos meus três meses ainda não descobri direito que você é uma pessoa e eu sou outra. Um dia, eu vou sair por aí, vou saber telefonar e posso lhe deixar doida para saber o que ando fazendo e então você vai entender como me sinto agora.
Mas não precisamos dessa guerra mamãe. Até lá já poderemos nos entender inclusive através das palavras.
Sinto a angústia da separação, pois terminei de viver uma das grandes. Você também, mas vive tudo isso como adulta consciente. Eu ainda vivo no inconsciente.Por enquanto nossa comunicação direta fica restrita aos nossos sentimentos inconscientes. Eu não sei nada, tudo é novo para mim.
Você pode até achar que não sabe nada e que tudo é novo para você, mas eu vou aprender o que você me ensinar através da sua sensibilidade, dos seus sentimentos em relação a mim.
Sabe, mamãe, se você quer um conselho, vou dar: quando eu chorar à noite, não salta logo para meu berço desesperada, como se o mundo fosse acabar.
Espere um pouquinho, respire profundamente, ouça o meu choro até que ele atinja o seu coração. Sinta seu tempo, realmente acorde e venha me pegar. Me abrace devagar, não acenda a luz, fale bem baixinho e me dê o seu peito para eu mamar. Depois que eu arrotar, mais um pouco só de paciência, pois nós, bebês, somos muito sensíveis aos sentimentos dos adultos, especialmente os da mamãe. Se eu sentir que você está com pressa, sou capaz de armar o maior barraco, mas se você esperar até o meu segundo suspiro, quando meus olhos ficarem bem fechados, minhas mãos e pernas bem molenguinhas, aí sim pode me colocar de volta no berço que eu não acordo antes de sentir fome outra vez.
Conforme você for desenvolvendo sua paciência mamãe, eu estarei desenvolvendo minha tranqüilidade e nós não teremos mais noites infernais; apenas noites de mamãe/bebê, que um dia passam, como tudo na vida.
Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério.
Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente.
Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro…
O médico então perguntou:
Muito bem.
O que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu:
Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:
Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
Ele então completou:
Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.
Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer.
Se vamos matar, não há diferença entre um e outro.
Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco…
A mulher apavorou-se e disse:
Não doutor!
Que horror!
Matar um criança ??
Um crime.
Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito.
Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.
Um corvo que passeava pelo campo, apanhou um pedaço de queijo que estava no chão e fugiu, acabando por pousar sobre uma árvore.
A raposa observando-o de longe sentiu uma enorme inveja e desejou de todo, comer-lhe o queijo. Assim pós-se ao pé da árvore e disse: _ Por certo que és formoso, e gentil-homem, e poucos pássaros há que te ganhem. Tu és bem-disposto e muito falante; se acertaras de saber cantar, nenhuma ave se comparará contigo. O corvo soberbo de todos estes elogios, levanta o pescoço para cantar, porém abrindo a boca o queijo caiu-lhe.
A raposa apanhou e foi-se embora, ficando o corvo faminto e corrido da sua própria ignorância.
Moral da história:Não dês ouvidos a quem te inveja.
Blog é como a nossa casa, a gente arruma como quer e só entram os amigos!!
Pode entrar!
Sou a MAMÃE de Sabrina (que carinhosamente chamo de "Minha Pankekinha")... Mãe de primeira viagem, mas que desde o primeiro minuto da vida de Sabrina seu "instinto" materno falou mais alto. Mãe que aprende a cada dia. Mãe que também já consegue ensinar algo. A maternidade tem me proporcionado momentos sublimes e esquecíveis... Sou grata a Deus por ter me permitido ser MÃE... Te amo minha Filha! Minha Flor. Sou casada com um homem marvilhoso que a 4 anos entrou na minha vida, para completar a minha felicidade... E juntos estamos vivendo experiências deliciosas ao lado de de nossa pankekinha. Sou Serva do Altissímo! Que me conduz e me fortalece a cada dia. Sou um pouco de tudo, de tudo um pouco.
Aki tb irei rlatar papaso a passo da minha cirurgia bariátrica.
Sou Cintia, a futura borboleta!
Médico Cirurgião: Drº Gláucio B. Moraes Tipo de cirurgia:Fobi Capella Dia do Meu Renascimento: 19/05/2011
♥ 1 dia ♥
♥ 2.980 kls e 46 cm ♥
Meu nome é esse lindo aí em cima! Eu nasci no dia 15 de março de 2010, numa segunda-feira, no Hospital Domingues Lorenço às 21h21min. O médico que me trouxe ao mundo foi Drª. Fatima Belcop. Meu parto foi Cesariana e quando eu nasci pesava 2.980 kgs e minha altura era 46 cm. Sou uma bebê muito amada, talvez por isso seja tão esperta, confiante, carinhosa, sorridente, simpática, inteligente...